Se o filme Tropa de elite 2 fosse veiculado antes da eleição o Deputado Estadual Marcelo Freixo PSOL teria merecidamente o dobro de votos e Sérgio Cabral também. Tudo que o filme ilustra eles combateram politicamente e juridicamente. Diferente de certos secretários de segurança e candidatos éticos verdes.
Recomendo o filme e o livro. Parabéns mais uma vez ao Capitão Pimentel e Major Batista, agora com reforços.











Quem é “Batista”?
Desculpe, mas vá perguntar ao Freixo sobre a ligação de Cabral + Milicias.
Acho que teve gente aí que não entendeu bem o filme rs
Marcelo, o Cabral é fortamente acusado no filme e voce acha que ele teria mais votos |???
Acho que nao vi o mesmo filme que vc.
O freixo vive acusando o cabral de envolvimento com as milícias.
Seria bom tu rever o filme.
Não é não. Se fosse para acusar teriam que citar abertamente o criador e mentor intelectual do conceito milícia e autodefesa na cidade do Rio de Janeiro, o ex-prefeito César Maia.
Ele usou e disseminou o termo “milícia” vocabulário da esquerda revolucionária e justificou com o exemplo de Rio das Pedras. Que no início da ocupação era uma favela assentada em um charco aterrado ponto a ponto, lá tinha um grupo de moradores nordestinos que se defendiam contra traficantes da Rocinha e bandidos avulsos. Dali a coisa cresceu e descambou para “Vigilantes” e depois veio a história descrita no relatório da CPI da ALERJ.
Para piorar parlamentares e policiais confundiam oportunisticamente a organização criminosa com o “Bico” dos militares e policiais.
A imprensa engoliu porque quis, a Constituição Brasileira é clara, organização de grupos armados para imposição de ordem política é formação de grupo paramilitar principalmente com elementos armados pelo próprio governo, tortura é crime federal hediondo. Desculpa mas Sérgio Cabral nunca ganhou um centavo de caça níqueis, traficantes ou Vans de milicianos. Pelo contrário. Insinuar isso é desconhecer a história política da família e negar todo o esforço dos secretários da secretaria de segurança pública pós Rosinha.
Os diretores e roteiristas fizeram um trabalho excepcional, em cada cena existem pelo menos cinco casos reais. Policias honestos baleados pelas costas, corpos removidos sem perícia, polícia técnica e corregedoria funcionando junto com a polícia… A sequência da mala prateada saindo das Vans, indo para a mão dos criminosos e abastecendo o financiamento das campanhas é exemplar. Somente os partidos PSOL, PC do B, PCB, PSTU, PCO não se relacionaram internamente com Milicianos. As “milícias” montaram sim um braço político e social com diversos apoios inclusive com a população e vários políticos e quase todos os VIPs da nossa sociedade achavam que eram o mal menor diante das facções criminosas. Por isso o Capitão Nascimento foi o verdadeiro “Basta”, aplaudido de pé em qualquer lugar.
Achar que o tráfico e as Milícias acabaram ou diminuíram seu poder por vontade própria, pelas passeatas de branco ou pelo arrependimento diante do divino espírito santo sem a intervenção direta do Poder Executivo ou apenas com a decisão particular de alguns policiais é de uma ingenuidade só.
Um dos instrumentos de investigação e operacionalização contra o crime organizado foi a quebra da partidarização ou parlamentarização das nomeações dos comandantes de batalhões e das delegacias, as prisões e o sistema judiciário funcionaram graças ao espírito público de várias personalidades e funcionários públicos do sistema, mas o que garantiu os resultados foi o funcionamento republicano das instituições aliado a autonomia operacional da Polícia Federal, do BOPE e da DRACO.
Qual foi o governador que negociou e acordou isso com o governo federal independente do custo político?
Qual foi o parlamentar que cumpriu o seu papel de criar fatos políticos para constranger e reivindicar uma política de segurança aos governos de coalizão?
Certas pessoas gostam de comentar de forma desdenhosa sobre a eleição do Tiririca em SP, esquecem que o RJ acaba de eleger um ex-secretário de segurança condenado por formação de quadrilha. Quem não entendeu o filme?
Governos de coalizão tem seus princípios políticos mas cedem aos grupos mais competentes. Seja Obama, Lula ou Sérgio Cabral.
No filme e nos livros “o governador” são pelo menos quatro. A linha do tempo é extensa, os heróis e existem são vários, alguns ficaram pela estrada mortos ou aleijados, vários sofreram atentados ou demissões. O filme é tudo isso, denúncia para alguns, ninguém é obrigado a acompanhar o noticiário policial e político do RJ ou do ES para entender os detalhes. Eu vejo o filme inclusive como uma homenagem justa a estas pessoas, principalmente aos verdadeiros policiais e funcionários públicos anônimos, assim eu apresento aos meus amigos e filhos deles.
veja esse video então.
Apenas Concidencia com as cenas do filme ?
A Guerra no Rio é apenas a luta pela hegemonia do crime. Isso qualquer meio esperto já sabe… Quanto ao governador apresentado no filme, sem entrar no mérito de certo ou errado, ficou óbvio que era Sérgio Cabral. Basta assistir ao filme!!