Energia Eólica agora é para valer.

Capacidade instalada de parques eólicos dobra

 
Enviado por Lilian Milena, seg, 15/04/2013 – 16:23
Autor: 

 

A oferta de energia eólica evitou R$ 1,6 bilhões em encargos decorrentes do acionamento das usinas termelétricas, segundo o primeiro boletim anual divulgado pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), nesta segunda.

“Só em dezembro, a energia eólica evitou cerca de R$ 500 milhões em Encargos por Razão de Segurança Energética”, reforçou o presidente do conselho administrativo da ABEEólica, Otávio Silveira, durante coletiva de imprensa realizada nesta manhã. O relatório aponta que, considerando o ano passado, se não fosse a fonte eólica o total de encargos recolhidos seria de R$ 3,4 bilhões, duas vezes o valor cobrado dos consumidores em 2012.

Hoje, a capacidade instalada de energia eólica no Brasil é de 2,5 gigawatts (GW), praticamente o dobro da quantidade registrada em 2011 (1,4 GW). Os leilões realizados de 2009 a 2012 resultaram na contratação de aproximadamente 7,1 GW em novos projetos, quantidade que elevará para 8,8 GW a capacidade instalada de eólica, até 2017, triplicando a oferta dessa fonte no país.

Segundo a ABEEólica, os novos projetos deverão atrair mais de 10 bilhões de dólares em investimentos, até 2017. Em 2012, a capacidade implementada foi responsável pela geração de R$ 3,5 bilhões em investimentos. A presidente da associação, Élbia Melo, pontuou entretanto que dos 2,5 GW de potencial instalados de eólica 622 megawatts não alcançam hoje ao consumidor final por conta de atrasos em obras de linhas de transmissão, especificamente, para ligar três usinas ao SIN, duas no Rio Grande do Norte e uma na Bahia.

Diferenças tecnológicas

O relatório divide a constituição do parque eólico brasileiro em dois momentos. A 1ª fase, realizada graças a recursos do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), foi responsável pela contratação de 1,3 GW até o final de 2008. O restante (1,2 GW) contratado a partir de 2009 marca a 2ª fase, mais competitiva e sem os subsídios do governo.

Os primeiros parques eólicos no Proinfa foram instalados com aerogeradores de 600 quilowatts de potência e 48 metros de altura. Já os aerogeradores da 2ª fase possuem 100 metros de altura e potencia entre 1,6 e 3 megawatts (MW). O fator capacidade, ou seja, a razão entre a produção e a geração efetiva das usinas em determinado período de tempo, foi superior entre as usinas de 2ª geração, com média de 54% contra 27% da média produzida pelas usinas construídas no período do Proinfa.

“O fator de capacidade mostra o quanto estamos com um modelo [de geração] mais eficiente. Isso responde às críticas de que a fonte eólica é instável”, ponderou Élbia que também admite que 2012 foi um ano geologicamente favorável a formação de ventos.

Contribuição da fonte eólica aos reservatórios

A fonte eólica representa apenas 2% da matriz elétrica brasileira hoje, ainda assim, foi possível medir o impacto da capacidade instalada das usinas eólicas sobre o armazenamento nos reservatórios de hidrelétricas. Em dezembro de 2012, em função da grande capacidade das hidrelétricas situadas no eixo Sudeste e Centro Oeste, a fonte eólica foi responsável por um aumento do nível de armazenamento de 0,35%, no mês.

“A fonte eólica exerce uma função muito importante no Sistema Interligado Nacional (SIN), ao fornecer energia elétrica com maior intensidade no segundo semestre do ano, ocasionando, portanto, melhores índices de armazenamento nos reservatórios”, completa o relatório.

No ano passado, a energia eólica gerou o suficiente para abastecer uma população igual a da cidade do Rio de Janeiro, com 6,3 milhões de habitantes. O dado foi calculado conforme o padrão de consumo médio residencial no Brasil, de 160 quilowatt-hora (KWh), calculado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Acesse abaixo Boletim Anual da ABEEólica

Da cavalaria Paulo Coelho

 

Do livro “O Caminho da Nobreza Sufi”:

“Receba aquele que o procura, e não corra atrás de quem o rejeita. Desta maneira, você estará criando um laço de harmonia com o seu semelhante”.

“Um noviço não deve ser expulso por causa de suas faltas. Quando alguém está fazendo um esforço para melhorar, isto deve ser apreciado e honrado por todos”.

“Um estranho não deve ser aceito por causa de suas qualidades. Quando vemos alguém muito ansioso para mostrar como é bom e compreensivo, precisamos testá-lo com severidade. Porque ele busca aplauso para seus gestos, e pode ter perdido a humildade”.

“Vá sempre além das aparências. Escute. Veja. E confie em suas impressões”.

 

Do combate

 

Diz uma bela página da literatura árabe, citada por Mansur Chalita: “a metade do mundo sempre te será adversa: se fores bom, os maus te combaterão; se fores mau, os bons te combaterão”.

É claro que existe ainda uma terceira possibilidade: não ser nem bom, nem mau. Isto significa não tomar uma posição diante da vida, passar o tempo todo fingindo não perceber o que acontece a nossa volta.

Quem age assim, não tem metade do mundo lutando contra si; tem o mundo inteiro contra. Por mais que tente agradar, só consegue desagradar a todos. Dá uma mão, e um braço lhe é pedido. Tenta corresponder uma expectativa, e termina decepcionando mais ainda.

Bem feito. Porque quem age assim, está evitando os desafios que todos nós temos que enfrentar.

Da definição

 

Diz o rabino Adin Steinsaltz, em “A Rosa de Treze Pétalas”:

“Quando alguém procura descobrir quem é, usando coisas secundá­rias como termo de comparação, termina encontrando uma série de conchas vazias – que dependem uma das outras para fazer sentido”.

“Não é correto definir-se como amigo de fulano, filho de bel­trano, executivo em tal cargo, realizando esta ou aquela tarefa. Porque tudo que iremos descobrir através deste método são aspec­tos de nós mesmos – aspectos geralmente sombrios e incompletos, de alguém que está tentando tornar-se visível à custa dos outros”.

“A única relação que podemos estabelecer é com Deus; a partir daí, tudo começa a fazer sentido. Deixamos de ser um copo vazio, e nos abrimos para um significado maior”.

Poder constituinte terceirizado legisla e julga a Constituição inconstitucional

Poder constituinte terceirizado legisla e julga a Constituição inconstitucional

Por Rubens Teixeira*

A Constituição da República, ou Carta Magna do país, é a norma jurídica de mais alto grau de hierarquia. Sua elaboração é feita por meio de uma Assembleia Nacional Constituinte composta por representantes do povo eleitos. O Parágrafo único do primeiro artigo da Constituição afirma que: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. A sua alteração, prevista no próprio texto constitucional, pode ser feita por meio do poder constituinte derivado, que também são representantes do povo eleitos para o Congresso Nacional: Câmara de Deputados e Senado Federal.

O legislador constituinte originário previu que a Constituição Federal poderia ser alterada por meio de Emenda Constitucional, o que na doutrina se chama poder constituinte derivado. Esta previsão está no artigo 60 § 2º: “A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, considerando-se aprovada se obtiver, em ambos, três quintos dos votos dos respectivos membros”. Ou seja, a proposta de alteração da Constituição, depois de debatida, deve ser submetida à votação quatro vezes: duas vezes na Câmara de Deputados e duas vezes no Senado Federal. Nas quatro votações, deve obter aprovação de pelo menos 3/5, ou 60%, dos membros de cada casa. O legislador criou essa dificuldade exatamente para evitar que a Lei Maior fosse facilmente mudada. São direitos muito importantes e relevantes que estão contidos na Constituição Federal.

A mesma Constituição, no artigo 226 § 3º, prevê: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. O Supremo Tribunal Federal é a instância máxima do Poder Judiciário e tem como incumbência fundamental julgar as questões de constitucionalidade. Dizer o que é ou não constitucional. Quem tem o poder de alterar a Constituição, no que pode ser mudado, é o Congresso Nacional seguindo o rigoroso rito do artigo 60 descrito acima.

Cada Poder da República tem as suas atribuições previstas na própria Constituição. Essa divisão é antiga e a sua sistematização remonta ao século XVIII com a Teoria da Separação dos Poderes ou Tripartição dos Poderes do Estado. Esta teoria, desenvolvida pelos filósofos gregos Aristóteles e Platão, foi sistematizada pelo filósofo iluminista Montesquieu no seu livro “O Espírito das Leis” escrito em 1748. A ideia da divisão de poderes visava moderar o Poder do Estado, dividindo-o em funções e dando competências a seus diferentes órgãos, evitando-se a concentração sobre as mesmas pessoas e instituições do poder legislativo, executivo e judiciário.

A decisão do Supremo em considerar a união homossexual uma entidade familiar contraria frontalmente o que diz a Constituição em seu artigo 226. O STF declarou inconstitucional parte do artigo 226 da Constituição ao decidir contrariamente ao próprio artigo. Não caberia ao STF alterar a Lei se ela for anacrônica, como não pode outro poder julgar uma questão judicial se o Judiciário demorar em fazê-lo, ou for anacrônico, ou por demais progressista em seu julgamento. Se o judiciário tardar em decidir uma causa, o cidadão não pode fazer uso arbitrário das próprias razões, pois será imputado como crime, conforme prevê o artigo 345 do Código Penal.

A demora no julgamento ou a demora no trâmite de um processo legislativo é um ônus da democracia. A demora na decisão pode ser fruto de um debate, salutar à democracia. Ademais, o artigo 2º. da Constituição Federal afirma que: “Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si: o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”. Não pode um poder avocar para si o que é atribuição do outro sob pena de estar insurgindo-se contra a Constituição.

A alegação de uso de princípios para julgamento se aplica de forma adequada quando a lei não deixa claro de que lado está o direito. Se todo poder emana do povo, as instituições que exercem as suas atribuições não podem ser mais ou menos avançadas em seus conceitos, devem estar em sintonia com o desejo do detentor de todo poder democrático no país. Do contrário, estamos em processo de retorno aos idos da Idade Média, antes de Montesquieu, aproximando-nos do século XVIII e do absolutismo.

A prática de desconsiderar a Constituição e o Legislativo pode levar a uma crise institucional que não será em nada salutar à democracia e à segurança do Estado Democrático de Direito. A partir desta decisão, inaugurou-se uma via de desprezo pelo texto da Carta Magna, fazendo-a parecer uma norma romanceada que permite julgamentos consuetudinários decorrentes de um poder constituinte terceirizado. Parte do poder deixou de ser do povo, contrariando o primeiro artigo da Constituição, e passou a ser do próprio Estado que ficou com feições mais absolutistas podendo, inclusive, legislar e cometer o máximo de inconstitucionalidade ao julgar a Constituição inconstitucional.

Rubens Teixeira é formado em Direito, doutor em Economia, mestre em Engenharia Nuclear e engenheiro civil.

Visite RUBENS TEIXEIRA em: http://rubensteixeira.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

Para controlar os emails que você receberá em RUBENS TEIXEIRA, clique aqui

Obama no Rio, eu apóio.

Sim, nós podemos !!!

luz que vem do mar

As enormes “serpentes” geram energia através do balanço do mar

Okeanós: energia no balanço das ondas

Portugal tem projeto experimental – Okeanós – que produz energia a partir do movimento das ondas

Quem passa por Póvoa de Varzim, cidade do litoral norte de Portugal, avista no horizonte três enormes “serpentes marinhas” vermelhas a boiar no mar. Elas são, na verdade, geradores de energia formados por grandes tubos de aço articulados com 37 metros de comprimento cada um. Ao oscilar como cobras com o quebrar das ondas, os geradores acionam as turbinas e produzem energia (enviada à terra por cabos submarinos) sufi ciente para abastecer 1500 casas.

E essa é apenas a fase experimental do projeto batizado Okeanós, o primeiro parque mundial que aproveita o movimento das ondas – e não o sobe e desce das marés, como é mais comum – para gerar energia. Até o fi m de 2011, espera-se que 28 serpentes (ou geradores) estejam em ação
para poder iluminar a vida de cerca de 250 mil habitantes da cidade, através de uma fonte limpa, renovável e ainda capaz de poupar ao meio ambiente 60 mil toneladas de dióxido de carbono por ano. Tudo só com o doce balanço do mar….

Fontes de Pesquisa: National Geographic, Wikipédia e Planeta Sustentável

 

Serra ganhou o debate

Serra ganhou o debate nesta sexta-feira, se tivesse a mesma performance há duas semanas atrás daria  mais trabalho a equipe do João Santana.

Dilma e sua assessoria caíram em todas as armadilhas preparadas por eles, até as que eles não preparam com os conservadores nestas duas ultimas semanas.

No final Lula o cara que dá a linha vai para a Argentina ficar com a Viúva Kirchner, Lula tranquiliza a Dilma e dá bons conselhos, com ele Serra dá trabalho no debate ao vivo,  mas ele tira de letra com o povo.

Resultado: Dilma foi bem no debate, mas seu final lembrou o desempenho do Brizola/Darcy versus Moreira, receberam uma série de provocações na reta final da campanha e no último debate Moreira foi sereno e paz amor. A diferença é que pelo tamanho do Brasil Serra dificilmente leva, não tem máquina partidária unificada, não tem máquina federal e nem muitos bandidos, até os que dizem que o apoia, furam. Mas no universo das capitais dá um susto, levantou e estimulou sem ranço ou gritaria (Típica do Collor) a classe média para ir as ruas pelo sentimento de liberdade e vontade de ter opção, no sábado e neste domingo via-se pessoas felizes com adesivos no peito.

Dilma tem uma dívida de gratidão com Lula, João Santana, José Dirceu, Marcio Thomáz Bastos, e um professor da PUC-RJ.

Resumo do Governos Fernando Henrique e Lula

Infográfico do Bob